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SOMANDO FORÇAS, DEUS NOS CONCEDE VITÓRIAS.

Ex 17.8-16 apresenta-nos a primeira batalha dos hebreus, após a libertação do Egito. Poucos dias haviam passado desde a partida, quando um povo hostil, os amalequitas, os atacam. Em Refidim, Moisés chama Josué e lhe confia a missão de escolher homens e combater o inimigo. Ele falou que ficaria no alto do monte com o cajado de Deus. E assim sucedeu, Moisés subiu ao monte juntamente com Arão e Hur. Mas algo começou a acontecer, de braços levantados Moisés segurava o cajado, e quando ele permanecia firme, os israelitas venciam. Porém, quando cansado abaixava os braços, eram os amalequitas que venciam. Mas vendo o cansaço de Moisés, Arão e Hur se dispuseram a ajudá-lo, e pegaram uma pedra e a puseram perto dele para que Moisés se sentasse. E os dois, um de cada lado, seguravam os braços de Moisés. Desse modo os seus braços ficaram levantados até o pôr-do-sol. E assim Josué derrotou completamente os amalequitas. Algo extraordinário nos revela esse episódio e precisamos extrair ensinamento...

ALCANÇADOS PELA GRAÇA, CAMINHAMOS FIRMES ATÉ O FIM.

O apóstolo Paulo em 2 Coríntios 2.14-17; 3.1-18 faz três analogias bem interessantes sobre nossa vida como cristãos. Inicialmente que manifestamos o BOM PERFUME de CRISTO , para os que se salvam (cheiro de vida para vida) e para os que se perdem (cheiro de morte para morte). Em um segundo momento,explica que não precisamos de carta de recomendação escrita por homens, posto que somos a CARTA DE CRISTO , não escrita com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo. Escrita não em tábuas de pedra (como as da Lei), mas nas tábuas de carne do coração. E em um terceiro momento, que somos MINISTROS DE UMA NOVA ALIANÇA , não da letra, mas do Espírito, porque a letra mata, mas o Espírito vivifica. Assim, afirma Paulo que a lei mosaica é inferior ao sistema da graça de Deus. A lei mata porque demanda obediência irrestrita, mas não proporciona poder para isso e é representada pelas tábuas de pedra (entregues a Moisés, pelo Senhor, no Sinai). O Espírito vivifica porque escreve a lei de Deus em nossos c...

ENTENDENDO MELHOR COMO E POR QUÊ "OS ÚLTIMOS SERÃO OS PRIMEIROS".

Em Mt 20.1-16, Jesus compara o Reino de Deus, ou dos Céus, como narra Mateus, à situação vivida por um senhor de terras e viticultor, e os trabalhadores que são recrutados para trabalharem na sua vinha. Trata-se de uma parábola em que – mais uma vez – o Mestre nos demonstra a força, a beleza e a clareza da Graça . Ele ilustra por que e como os últimos podem tornar-se os primeiros. Aprendamos com Jesus que no Reino de Deus não há lugar para soberba, arrogância e posições de honra . Ele disse que deveríamos ser servos. Portanto, nosso serviço a Ele e ao próximo, deve ser baseado no amor, sem esperar reconhecimentos ou recompensa. Quando absorvemos a essência da graça, longe de nos engrandecermos, compreendemos exatamente o contrário, posto que como afirma Paulo em 2 Co 5.14 a, “...o amor de Cristo nos constrange”. Com Jesus aprendemos (Mt 20.28) que devemos ser “Tal como o Filho do homem, que veio não para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos". Tudo ...

O HOMEM E SEU VALOR

Em Mc 5.1-20 presenciamos um encontro muito especial entre um homem lunático, aprisionado por uma legião de demônios, e Jesus . Na pequena cidade de Gadara, em si, ele era uma atração. Vivia em cemitérios e não se sabia nada sobre seus familiares, seus traumas, feridas da alma e das suas perversões morais. O que acontecera mesmo com ele? Ninguém mais se questionava e todos se conformavam com o seu lastimável estado. Todos conheciam suas brutalidades e se assustavam com sua grande força. Algumas vezes até fora preso, mas logo ressurgia solto. Parecia se divertir muito assustando a todos. Vivia em sepulcros e perambulava por todos os lugares. À noite ouviam-se seus gritos. O gadareno queria ser livre; procurava sua vida de volta, mas não conseguia encontrá-la. No desespero de arrancar de dentro da alma tanta degradação, ele já apresentava manias auto-destrutivas. Pela manhã, era comum vê-lo retalhado por cortes feitos com pedras. Mas em um final de dia estafante, Jesus resolveu visitar ...

CREIO EM PROFECIAS, MAS NÃO EM PROFETAS DE PLANTÃO (Pr. Caio Fábio)

(...) Quem procura profecias acaba apenas encontrando profétidos e profetadas. Tenho dito que embora tenha ouvido muitas profecias, entretanto, dentre todas, muito poucas me vieram como genuínas. A maioria é coisa da vaidade do profeta; ou é insegurança dele; ou é fruto da pressão que fazem sobre o profeta (que fica na obrigação de atender a demanda); ou é cobiça e doença do profeta, tomado pelo espírito do adivinho que fatura sobre a impressão que causa nos tolos; ou pode ser mera capacidade de perceber, como acontece nos fenômenos de percepção psicológica; ou pode ser apenas para-normalidade, mas não algo que veio de Deus, tendo apenas vindo de uma capacidade de ler mentes, memórias e traumas. Por último, pode ser profecia. Todavia, a profecia genuína procura a gente, e não nós a ela. Além disso, uma profecia só pode ser aferida de dois modos. A primeira é pela coerência ou não com a Palavra. Se for coerente com a Palavra, dou ouvido, não para fazer qualquer coisa, mas apenas para gu...

IR À IGREJA, POR QUE? PARA QUE ?

Capturei na internet um texto – abaixo transcrito – e resolvi compartilhar com os leitores deste blog. Leia o conteúdo e reflita comigo: “Um freqüentador de Igreja escreveu para o editor de um jornal e reclamou que não faz sentido ir à igreja toda semana. “Tenho ido à igreja por 30 anos”, ele escreveu, “e durante esse tempo ouvi uns 3 mil sermões. Mas não consigo lembrar de nenhum sequer... Assim, penso que estou perdendo meu tempo e os padres e pastores estão desperdiçando o tempo deles pregando sermões.” Esta carta iniciou grande controvérsia na coluna “Cartas ao Editor”, para alegria do editor chefe do jornal. Isso aconteceu durante semanas. O jornal foi recebendo e publicando cartas sobre o assunto, até que alguém escreveu o seguinte: “Estou casado há 30 anos. Durante esse tempo, minha esposa deve ter cozinhado umas 32 mil refeições. Mas não consigo me lembrar do cardápio de nenhuma dessas 32 mil refeições. Mas de uma coisa eu sei: todas elas me nutriram e me deram a força de que e...

A PRÁTICA DO BEM ( Mt 7.12)

Vivemos em um tempo em que sobressaem as ações egoístas, perversas e preconceituosas. Sendo maioria, praticamente elas sufocam aquelas ações que alcançam pessoas de forma generosa e benéfica. E tem mais: muitos são os que quando fazem algo bom e que beneficiam pessoas, comportam-se de forma bem visível, à espera de reconhecimento público por suas atitudes e ações “caridosas”. Para estes, a prática do bem é intencional, visto que procuram tirar algum tipo de vantagem. Sabemos que dentro e fora das igrejas e da “religião”, mais e mais pessoas são identificadas como “não do bem”, mas que quando fazem algo de bom, fazem para serem notadas e reconhecidas. Diferentemente dos religiosos, Jesus nos ensina que fazer o bem faz bem e em Mt 7.12 nos apresenta a “Regra de Ouro”, a manifestação prática do amor dos Seus verdadeiros discípulos. Orienta-nos Jesus quanto ao procedimento diário: o amor, sem egoísmos, deve ser a força motriz das nossas ações (1Co 13.4-8), concedendo ao próximo o que busc...