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LIBERTOS PELA VERDADE OU PRESOS PELA COVARDIA?

Mc 10. 17-22 nos descreve um encontro de um jovem rico com Jesus. Aprendemos ali que aquele jovem teve a iniciativa de procurar Jesus. E Jesus o amou, por sua sinceridade. Mas ao final do encontro salta aos olhos que o jovem se deparou com uma verdade que o massacrou: vender tudo o que possuía e doar aos pobres, e depois seguir a Jesus se quisesse a vida eterna. Imaginemos quantos pensamentos passaram pela cabeça daquele moço! Ele olhou para Jesus e se deparou com a realidade da vida cotidiana do Mestre, que se vestia de forma simples, não tinha posses, enfim, vivia de forma muito simples e despretensiosa. E certamente isto contrastava muito com sua vida de rico...! Como ele poderia vender tudo e segui-LO? O versículo 22 nos expõe o fato de que ele ficou abatido e afastou-se triste porque tinha muitas riquezas. Aquele jovem obedecia a Lei no exterior, porém, recusava-se a obedecer em seu interior. Em todo o contexto fica evidente que o Senhor não queria necessariamente transformar ...

CAMINHO DA VIDA E CAMINHOS DA MORTE

Pv 14.12 nos ensina algo extraordinário, pois “ há um caminho que parece direito ao homem, mas o fim dele são os caminhos da morte” . Em nossas escolhas no dia-a-dia optamos por um caminho que nos parece reto e adequado. Esse caminho reto promete sucesso e uma trajetória vitoriosa, mas no final se revela uma vereda traiçoeira e enganosa, como verdadeiros caminhos da morte. Muitas são as pessoas que afirmam e asseguram que todos os caminhos levam a Deus, e que, portanto não faz nenhuma diferença a escolha da religião, pois todas são boas. Esta é “a verdade’ maior do universalismo e do ecumenismo. Muitas são as coisas feitas em nome da religião que não são aprovadas por Deus: poligamia, prostituição sagrada, idolatrias, adivinhações, invocação de mortos, feitiçarias, sacrifícios de crianças a demônios, e outras mais que ocasionam mortes em nome da divindade. Todos esses caminhos conduzem à morte. Jesus se posiciona de forma clara e contundente em relação ao caminho da vida e os caminho...

REDEFININDO NOSSAS PRIORIDADES

Lc 10.38-41 nos narra um episódio em que Jesus se hospeda na casa de duas irmãs, Marta e Maria. Os momentos vividos ali pelo Filho do homem nos ensinam muito sobre prioridades. Principalmente, faz-nos refletir sobre o que tem sido mais importante para nós: estamos super atarefados com as múltiplas atividades de nosso dia-a-dia, e nunca temos tempo para mais nada, ou encontramos tempo para adorar ao Senhor, para ler a Sua Palavra? Vejamos, então, o que podemos realmente aprender com a leitura bíblica. 1 ) É PRECISO RESERVAR TEMPO PARA ESTAR COM DEUS, POR MAIS OCUPADOS QUE ESTEJAMOS . Por mais atarefado que você esteja, encontre tempo para orar, ler a Bíblia, enfim, aproxime-se mais de Deus. A maioria de nós não tem muito tempo para Deus. A maioria, na realidade, identifica-se como Marta, e quase sempre muitos estão pensando ou falando o seguinte:...o trabalho tem que ser feito. É preciso fazer isto, é preciso fazer aquilo... Eu trabalho na igreja, mas não tenho muito tempo para orar......

A IRA, A RAIVA E SUAS CONSEQUENCIAS

Diz a Bíblia: " Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo" (Ef 4. 26,27), Percebe-se aí que a ira, em si, não constitui pecado. A ira de Deus é muito citada no Antigo Testamento. Jesus também se irou: "Olhando-os ao redor, indignado e condoído com a dureza do seu coração..." (Mc 3. 5). É preciso aprender a ser como o Mestre; e ser como Jesus significa desenvolver o tipo certo de ira antes de mesmo tentar eliminar a ira. A raiz da ira precisa ser justa. O Senhor disse a Caim: "Por que andas irado? e por que descaiu o teu semblante?" (Gn 4. 6). O porquê é muito importante. A ira de Caim tinha uma raiz má: inveja. O sacrifício de Abel foi aceito, o dele não. Vejamos outros exemplos: Ele prosperou, eu não. Ou: eles o ouvem, a mim não. Ou, também: ele foi convidado, eu não. Ou, mesmo: Eles o cumprimentam, mas me ignoram. Ainda: Meus sentimentos estão feridos. Ele me expôs na frente dos outros, eu me senti ofendido!...

O OLHAR DE JESUS LANÇADO SOBRE NÓS

Lc 13.10-17 nos apresenta um episódio em que Jesus estava em uma sinagoga. Era um sábado, e Ele ensinava . Ali havia, dentre tantas outras pessoas, uma mulher que padecia de uma enfermidade física e espiritual. O texto sagrado nos conta que ela estava possessa de um espírito de enfermidade, posto que há dezoito anos vivia olhando para o chão, encurvada, incapaz de andar ereta, ou mesmo sentar-se direito. Aquela mulher estava ali e é isso que inicialmente me chama a atenção. Outra pessoa talvez depois de tanto tempo de sofrimento, poderia ter ficado em casa, lamuriando-se, reclamando da vida ou de sua sorte. Mas ela estava ali, na sinagoga, na casa de orações. Ela estava ouvindo Jesus, disposta a aprender com Seus ensinos. Outro detalhe ainda se destaca: Ela não pediu a Jesus para ser curada. Ele simplesmente a viu ali encurvada e lançou, então, Seu olhar cheio de graça e misericórdia sobre ela, teve compaixão e a tocou. Ela foi curada e imediatamente glorificou a Deus pelo milagr...

ENFRENTANDO AS BATALHAS DIÁRIAS

Paulo se encontrava preso em Roma quando escreveu a epístola à igreja em Éfeso. Além de ensinar, advertir e aconselhar, o apóstolo comenta sobre as lutas constantes que enfrentamos, mas que em Cristo, revestidos com a armadura de Deus, estaremos preparados para a vitória. Paulo se espelha em um soldado romano e seu uniforme, na realidade, uma armadura, para melhor ilustrar o que queria ensinar. Em nossas vidas travamos muitas batalhas contra os poderes das trevas. O inimigo não descansa, ao contrário, é muito persistente . Ele não se dá por vencido. Se depois de tentar alguém durante certo tempo, sem obter sucesso, ele se afastar, sua ausência será apenas por “algum tempo” ( Lc 4.13). Um espírito maligno, uma vez expulso, achará reforços e procurará retornar ao lar perdido (Mt 12.43-45). Por isso a preocupação de Paulo retratada em Ef 6.10-20, alertando os efésios a serem vigilantes e a estarem preparados. 1 )- É PRECISO SER FORTE PARA ENFRENTAR A BATALHA: somente seremos vitoriosos...

CURA COMO RESPOSTA À FÉ INDIVIDUAL E COLETIVA

Tanto em Mc 1.40-45; 2. 1-12 quanto em Lc 5. 12-26 são descritos dois episódios de milagres em que Jesus ministrou cura sobre dois enfermos. O primeiro exemplo de cura é o de um homem “coberto por lepra”. O que nos ensina o texto sagrado: a fé determinou a bênção . Vendo-a Jesus, de forma determinada, disse QUERO, em resposta à afirmação do homem que sabia que se Ele quisesse poderia purificá-lo. Aquele leproso veio a Jesus todo coberto não somente da doença terrível que atingia todo o seu corpo, mas carregado de estigma, do preconceito contra ele, das imposições da lei mosaica que o impediam de transitar em liberdade. Ao se aproximar de Jesus o leproso usou da palavra que libera bênção . Ele demonstrou a firme convicção de que há poder, autoridade em Jesus e que se submetia à Sua vontade. E aí, então, Jesus tocou nas chagas e o curou. Jesus tem sempre a vontade de nos fazer o bem. Afinal, Ele é amor, Ele é bom e Sua benignidade dura para sempre (Sl 136) . Em Jesus nós temos o amor de...