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A SABEDORIA TEM VALOR... E É INCALCULÁVEL!

Provérbios 2.1-22 constitui texto bíblico em um capítulo com ênfase   sobre sabedoria e seu valor. Ao refletir sobre seu conteúdo, algumas verdades saltam aos olhos e nos ensinam que: I – DE DEUS PROCEDE A SABEDORIA: É certo que a verdadeira sabedoria vem de Deus, mas há requisitos para sua obtenção,posto que é preciso: 1)       Aceitar a Palavra do Senhor, 2)       Guardar Seus mandamentos, 3)       Clamar por conhecimento e por inteligência. Quem age assim, entenderá o temor do Senhor e achará o conhecimento de Deus (v.5). II – DEUS RESERVA A VERDADEIRA SABEDORIA PARA OS RETOS: - A sabedoria atua como escudo para os que caminham na sinceridade. - A sabedoria serve para guardar as veredas do juízo. - A sabedoria serve para preservar o caminho dos justos. III – QUEM ADQUIRE SABEDORIA ENTENDERÁ O QUE É JUSTO, DIREITO E CERTO, E TODAS AS BOAS VEREDAS. - Quando a...

ORAR CONTINUAMENTE É A INSTRUÇÃO APOSTÓLICA... MAS E QUANDO AS ORAÇÕES CESSAM?

Paulo nos alerta em 1 Ts 5.17 que devemos orar sempre, sem cessar, ou seja, continuamente. Como isso é possível? 1.       É PRECISO ORAR SEM CESSAR :   Certamente que se pode entender que o apóstolo não afirmou que devemos estar com cabeça baixa e olhos fechados o dia todo. Paulo não está se referindo a falar sem parar, mas em uma atitude de consciência da presença de Deus e de render a Ele tudo o que fazemos o tempo todo. Todo momento que estamos acordados deve ser vivido com a consciência de que Deus está conosco e está ativamente envolvido em nossos pensamentos e ações. No decorrer de cada dia, oração deve ser a nossa primeira resposta a toda situação indesejada, que cause temor ou ansiedade.A de oração faz com que paremos de depender da graça de Deus e passemos a depender de nós mesmos. Orar sem cessar é, em essência, dependência da comunhão com o Pai. Q uando nascemos de novo e passamos a fazer parte da família de Deus, entramo...

TORNAR-SE CRISTÃO É FÁCIL.... SER UM DISCÍPULO DE JESUS, NÃO!

Lucas 14.25-35 descreve mais um momento especial com Jesus. Eis que vendo a multidão que O seguia, para e voltando-se fala sobre o preço do discipulado.  Jesus chama aquela multidão a sair da superficialidade, assumindo responsabilidades e compromissos. Lugar de discípulo não é na multidão, mas ao lado de Jesus. A porta que abre a salvação - pela fé em Jesus - é ampla, mas a porta que se abre para O seguirmos, sendo discípulos, glorificados   com Ele, é estreita (Jo 6.37b). Porque para  seguir o Senhor e ser Seu discípulo há certas condições. É importante entender como Jesus não aceita o amor à família, ou à própria vida, em nível maior do que o amor à Ele. Inicialmente, Jesus  mencionou pai, mãe, esposa, filhos, irmãos e irmãs. Por fim, Ele cita a vida do próprio seguidor (v.26). As condições são colocadas de imediato, para ser Seu discípulo, tudo fica para trás e o que se segue é submetido à Sua vontade. Assim, ser dis...

DISSE JESUS: VENHAM A MIM, OS QUE ESTÃO CANSADOS E OPRIMIDOS, POIS SOU MANSO E HUMILDE; MEU FARDO É SUAVE E LEVE, ELE NÃO PESARÁ SOBRE VOCÊS!

Mt 11.28-30 registra as declarações de Jesus em que sustenta: os cansados e oprimidos precisam ir a Ele, que serão aliviados; os que estão cansados e oprimidos quando se submetem a Ele, que é manso e humilde de coração, encontram descanso para suas almas. E o descanso e alívio ocorrem porque o peso, o jugo de Jesus é suave e leve. Assim somente em Jesus o homem descansa a sua alma. Sabemos quão oprimido e pesado tem vivido o homem, em especial devido a três fatores que produzem jugo sufocante e peso insuportável. 1.    O FARDO DA RELIGIÃO:     Todas as religiões expressam, por sua natureza, as tentativas do homem de se chegar ao Ser Transcendente, Deus. Nessa busca podem representar peso: as cerimônias e os rituais vistosos; as promessas e os votos; o moralismo e a justiça própria; e mais outras expressões de religiosidade. O que sabemos em relação a tudo isso é o que ensina o apóstolo Paulo em Cl 2.20-23: essas coisas perecem pelo uso e são inúteis. Enquan...

FAÇA A OUTROS O QUE DESEJA QUE FAÇAM A VOCÊ!

O que você tem desejado para si mesmo, está relacionado, em semelhança, ao que deseja para os outros? Há uma regra espiritual exposta por Jesus que bem ilustra esta questão. Espiritualmente, saiba que: Tudo o que você deseja de bem para o outro, conta ponto a seu favor! Reflitamos sobre a regra áurea bíblica: “Tudo, pois, quanto quereis que os outros vos façam, fazei também a eles, porque esta é a lei e os profetas” (Mt 7.12). Que tempos são estes que estamos vivendo? Você já se fez esta pergunta? Eu, também, e encontro uma resposta: estes  são os tempos em que – cada vez mais – as pessoas se sentem um tanto perdidas no que diz respeito aos CONCEITOS, VALORES E PRINCÍPIOS que o mundo está buscando definir. O versículo exposto compõe as últimas partes do sermão da montanha em que Jesus "radicaliza" aguns conceitos, então vigentes, quanto as duras práticas judaicas de julgamentos religiosos dos que somente enxergam os erros e as faltas de outrem, nunca...

VIVENDO ACIMA DA MEDIOCRIDADE!

No cânon hebraico, 1 e 2 Crônicas constituem um só livro. Originalmente o   título em hebraico corresponde à expressão “ registro dos dias”, ou de forma literal, “ as palavras dos dias”. A crônica era um tipo de gênero literário bem comum nas cortes do Oriente. Para ilustrar seu propósito, o texto bíblico em 1 Cr inicia com um longo registro genealógico que acontece em todos os nove primeiros capítulos. Mais de seiscentos nomes são citados, mas me detenho em 1 Cr 4. 9-10 ali entre descendentes de Judá, um dos doze filhos de Jacó, nasce Jabez   a quem o texto sagrado, diferentemente de todos os demais registros destaca informando que ele “foi mais ilustre e respeitado de sua família”. Quem não gosta de ser respeitado e reconhecido? Repito, no contexto, aproximadamente 600 nomes são citados, mas somente o de Jabez é destacado com esta peculiaridade! Por quê? O que o fez tão especial assim?  Vejamos a resposta em três partes, aplicando-se tanto a mim quanto a você, s...

A FÉ QUE FAZ RUÍREM AS MURALHAS!

Em Josué 6.1-20 é narrada a extraordinária conquista de   Jericó, por Josué e seus homens. O que se há de destacar é que não foi um ato de guerra comum, uma vez que o plano de Deus exposto a Josué parecia inusitado e estranho (v.3-9): consistia em fazer com que todos os homens  cercassem a cidade uma vez por seis dias, de acordo com o seguinte esquema: na frente, homens armados, logo atrás, sete sacerdotes tocando sete buzinas de chifres de carneiro, mais atrás, a arca da aliança, e, na retaguarda, seguia o restante dos homens. Então, isso deveria suceder por seis dias, todos em silêncio, apenas se ouviria o som das buzinas tocadas por sete sacerdotes. Mas no sétimo dia, Deus instruiu que, ao cercarem as muralhas, fizessem a primeira vez, conforme os dias anteriores, mas tornassem a caminhar em volta até a sexta vez, da mesma forma que das vezes anteriores, e ao cercar pela sétima vez, além do som estridente das sete buzinas, todos juntos, em uma só voz, ...