REFLEXÕES PASTORAIS COM GRAÇA

domingo, 7 de junho de 2009

TALENTOS USADOS x TALENTOS ENTERRADOS

Jesus em Mt 25.14-30 narra uma parábola que se une à anterior (a das virgens) para nos ensinar sobre sensatez (e imprudência), atividade vigilante (e negligência), e demais cuidados com nossa vida atual, enquanto preparo para a chegada do Senhor que é iminente. Nos versos acima citados, na parábola dos talentos, há a descrição de que havia certo homem com muitos bens e muitos servos, que tendo resolvido partir para longe chama três de seus servos e lhes distribuem talentos, segundo a capacidade de cada um, para que os administrem da melhor maneira e que lhes devolvam quando de sua volta. Ao primeiro servo deu cinco talentos, ao segundo, dois talentos e ao terceiro, um talento. Após a partida do senhor, os servos procederam da seguinte forma: o primeiro que recebera cinco talentos negociou com eles e conseguiu mais outros cinco, totalizando 10 talentos; o segundo que recebera dois talentos negociou com eles e conseguiu mais dois, totalizando 4 talentos e o terceiro que recebera um talento, ficou temeroso pois poderia perder aquele único talento, cavou um buraco e o escondeu na terra. Muito tempo depois, o senhor voltou de sua viagem e lhes pediu a prestação de contas. Ao primeiro por haver dobrado os talentos, o elogio. “Servo bom e fiel, sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei, entra no gozo do teu senhor.” E assim sucedeu com o segundo, que recebeu idêntico elogio. Mas o terceiro servo, o que somente conservou o que havia recebido, o que não teve nenhum esforço para multiplicar, ao contrário, enterrou seu talento, amedrontado, pois julgava seu senhor como sendo homem duro que colhia onde não semeava, e que ajuntava onde não espalhava, este servo foi classificado pelo senhor como mau e infiel. E aí é lançada a advertência final para o bom e para o mau servo: para o bom e fiel servo, O QUE TIVER LHE SERÁ DADO E TERÁ EM ABUNDÂNCIA; para o mau e infiel servo: “tirem o talento dele e entreguem ao que tem dez” , pois A QUEM TEM, MAIS LHE SERÁ DADO, mas A QUEM NÃO TEM, ATÉ O QUE TEM LHE SERÁ TIRADO. E a terrível decisão final daquele senhor: “E lancem fora o servo inútil, nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes”. Assim acontece em nossa vida diária com Cristo. É preciso receber os talentos e multiplicá-los, é preciso usar de proatividade, pois somente então receberemos a aprovação do Senhor. Na Comunidade onde trabalhamos com os dons identificados, devemos não somente ser proativos, mas interativos, ou seja, é necessário interagir com outros. Trabalhando em equipe o mérito da vitória e da conquista deixa de ser “meu”, e passa a ser “nosso”. Por isso, o nosso compromisso com a construção de relacionamentos que sejam solidários e que visem a eternidade com o Senhor. De qualquer forma, o talento dado pelo Senhor deve ser exercido e posto a serviço do Reino para que provoque multiplicação e faça sua expansão. Quem assim procede recebe a aprovação do Senhor. Talentos nunca devem ser enterrados, posto que quem assim procede é tratado pelo Senhor como servo mau e infiel, e seu destino será o lançamento nas trevas, onde há prantos e ranger de dentes. A escolha é sempre nossa. Qual é a sua escolha? Recebeu o talento do Senhor? Use-o, multiplique-o, seja como o servo bom e fiel... e as recompensas virão...”sobre o muito te será acrescentado”! (Síntese da mensagem deste pastor levada à Comunidade no culto de domingo 31/05/2009)

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