domingo, 11 de outubro de 2015

QUANDO A MORTE GERA VIDA!

João 12.20-26 descreve um encontro de Jesus com gregos, que queriam vê-lo (v.21b); na ocasião, Ele lhes fala sobre Sua morte e glorificação, que estava próxima.
Para ensinar sobre morte e vida, conta-lhes a parábola do grão de trigo. 
Para que haja colheita, o grão de trigo precisa ser lançado na terra e morrer. 
Por si mesmo, o grão de trigo não germina; mas, se cair na terra, a natureza o multiplica, e da morte surge a vida. 
Usando uma lei natural, Jesus ilustra o que acontece no mundo espiritual. 
Somente se o grão for enterrado, o gérmen pode brotar e produzir folha, talo e espiga. A morte resulta em vida, liberando o poder vital interior que a casca, até então, esconde. Esse poder vital multiplica-se em muitos grãos, gerando colheita abundante. 
A lei espiritual da vida surge da morte a este mundo. Se a vida for, por si mesma, valorizada e amada, estará perdida! 
Egoísmo e impiedade nunca resultam em colheita aprovada por Deus. 
Mas se a vida está perdida no bem-estar dos outros, então, essa vida perdida é salva e mantida! 
Enquanto vivo entre os homens, Jesus seria como um grão de trigo e teria em Si a vida para todos, mas não seria liberada.
Somente através de Sua morte (e ressurreição), a vida brotaria e haveria permanente colheita.
Ele precisava, então, morrer, para que Sua morte na cruz trouxesse vida a todos nós, aos que crêssemos nEle. 
Para viver em Cristo, você precisa ser lançado à terra e deixar sua velha natureza morrer! Então, perde a “casca” e “morre” para as coisas do mundo, que até então julgava importante, e “nasce” para as coisas espirituais, sendo guiado por Deus. 
Por esta razão, a “vida” do “eu” é MORTE; a “morte” do “eu” é “VIDA”!
Reflita sobre isso!  

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