terça-feira, 22 de janeiro de 2008

IR À IGREJA, POR QUE? PARA QUE ?

Capturei na internet um texto – abaixo transcrito – e resolvi compartilhar com os leitores deste blog. Leia o conteúdo e reflita comigo:
“Um freqüentador de Igreja escreveu para o editor de um jornal e reclamou que não faz sentido ir à igreja toda semana. “Tenho ido à igreja por 30 anos”, ele escreveu, “e durante esse tempo ouvi uns 3 mil sermões. Mas não consigo lembrar de nenhum sequer... Assim, penso que estou perdendo meu tempo e os padres e pastores estão desperdiçando o tempo deles pregando sermões.”
Esta carta iniciou grande controvérsia na coluna “Cartas ao Editor”, para alegria do editor chefe do jornal. Isso aconteceu durante semanas. O jornal foi recebendo e publicando cartas sobre o assunto, até que alguém escreveu o seguinte: “Estou casado há 30 anos. Durante esse tempo, minha esposa deve ter cozinhado umas 32 mil refeições. Mas não consigo me lembrar do cardápio de nenhuma dessas 32 mil refeições. Mas de uma coisa eu sei: todas elas me nutriram e me deram a força de que eu precisava para fazer o meu trabalho. Se minha esposa não tivesse me dado essas refeições, eu estaria morto. Da mesma maneira, se não tivesse ido à igreja para alimentar minha fome espiritual, eu estaria morto espiritualmente.”(Fonte desconhecida).“

Sempre que leio comentários desse tipo, convenço-me que o grande problema da humanidade é a religiosidade. Ela abraça o homem e o conduz às práticas de coisas que ele faz, ou por que os outros fazem, ou por que, simplesmente adquiriu o hábito. De uma forma ou de outra, o homem religioso parece agir mecanicamente, e embora freqüente igrejas e assista a cultos ou missas, na essência, não experimenta uma efetiva intimidade com Deus. Não consegue discernir que a essência de Deus é a doação, o amor, a justiça e a graça. Assim, ele não tem intimidade amorosa com o Pai, não sente a graça liberada pelo Filho e não tem o Espírito Santo, como justo companheiro e consolador. E mais: não tem muito relacionamento com seus irmãos, pois não os vêem como próximos. Para ele - o religioso - a freqüência aos templos - feitos por mãos humanas - ocorre meio que sem muito significado relevante. E é aqui que se percebe a grande diferença entre o discípulo de Cristo e os meros frequentadores de igrejas. Entende o discípulo que ele próprio é igreja – templo individual – e que vai à igreja – templo comunitário – para cultuar a Deus e para ter e manter relacionamentos solidários e eternos com os demais membros da família de Deus. Como discípulos nos portamos na Comunidade Comgraça e Paz (http://comungpaz.blogspot.com/) e nos sentimos maravilhosamente bem. Frequentamos a Igreja para ouvirmos sermões e cantarmos hinos ao nosso Deus, sim, mas também para nos integrarmos como família, recebendo graça e liberando graça. Daí sentimos que resulta crescimento espiritual, aconchego e intimidade com o Pai e com nossos irmãos. Enfim, no templo comunitário, experimentamos a alegria de At 4.32,33 (... um só coração...uma só alma... tendo tudo em comum....com abundante graça...).

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