REFLEXÕES PASTORAIS COM GRAÇA

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

A PRÁTICA DO BEM ( Mt 7.12)

Vivemos em um tempo em que sobressaem as ações egoístas, perversas e preconceituosas. Sendo maioria, praticamente elas sufocam aquelas ações que alcançam pessoas de forma generosa e benéfica. E tem mais: muitos são os que quando fazem algo bom e que beneficiam pessoas, comportam-se de forma bem visível, à espera de reconhecimento público por suas atitudes e ações “caridosas”. Para estes, a prática do bem é intencional, visto que procuram tirar algum tipo de vantagem. Sabemos que dentro e fora das igrejas e da “religião”, mais e mais pessoas são identificadas como “não do bem”, mas que quando fazem algo de bom, fazem para serem notadas e reconhecidas. Diferentemente dos religiosos, Jesus nos ensina que fazer o bem faz bem e em Mt 7.12 nos apresenta a “Regra de Ouro”, a manifestação prática do amor dos Seus verdadeiros discípulos. Orienta-nos Jesus quanto ao procedimento diário: o amor, sem egoísmos, deve ser a força motriz das nossas ações (1Co 13.4-8), concedendo ao próximo o que buscamos para nosso próprio bem. Precisamos chegar ao ponto máximo do amor e da fé em Deus, que é retribuir com o bem a qualquer pessoa que, por algum motivo, nos ferir ou fizer qualquer mal. Foi assim que Deus respondeu à rebelião e indiferença da humanidade, oferecendo-se em sacrifício, para nos salvar pela Graça (Ef 2.8-9). A “Lei e os Profetas” é uma referência a toda a Escritura Sagrada, tanto em sua letra como em seu pleno conteúdo (Rm 13.8-10; Mt 5.17). Façamos, pois, aos outros tudo quanto desejamos que nos façam a nós mesmos. Não por que a lei nos obriga, mas com a consciência da graça, sabemos que o amor é a essência de tudo, posto que “o amor não faz mal ao próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor” ( Rm 13.10).

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