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AS ESCOLHAS DE QUEM CAMINHA E AS DE QUEM NÃO CAMINHA COM O SENHOR!

Nossa reflexão tem por base os textos bíblicos, Gênesis 13.1-18; 14.12-16; 18.23-33; 19 (todo o capítulo).  Em Gn 13.1-18 a escolha de Ló a este pareceu logicamente melhor. Ele escolheu a planície verdejante do rio Jordão, armando suas tendas em Sodoma. Assim, não restou a Abraão senão a terra de Canaã, junto aos carvalhos de Manre, em Hebrom. Pelas escolhas feitas, vemos o caráter de Ló: ele procurava tirar vantagens em tudo.  Na escolha da terra ele se guiou pela aparência.  Certamente que sabendo que ali estavam as cidades de Sodoma e Gomorra, arriscou-se e foi com sua família para lá. Lá, nos textos de Gn 14.12-16; 18.23-33 e em todo o capítulo 19, ficamos sabendo o que aconteceu no futuro, como consequência daquela escolha feita, anteriormente.  Em Gn 14. 12-16 , eis que houve um período em que quatro reis de cidades –estados vizinhas entraram em guerra com outros cinco reis 23-33 e Ló foi feito prisioneiro e levado cativo, além de sua família, seus servos ...

CELEBRANDO AO SENHOR!

Não há nada mais frustrante do que realizar tarefas e não ver sentido no que se faz (Eclesiastes 3.12,13). Como é vazia a vida do homem sem senso de realização! Um povo que não aprende o poder da celebração não é somente um povo triste e infeliz, mas um povo desprovido do senso de significado da vida.  Passar pela vida sem celebrá-la é uma tragédia!  Quando não aprendemos o poder da celebração, mesmo as coisas boas da vida, tornam-se se pesadas e enfadonhas.  Viver sem celebrar é como sentar-se à uma mesa repleta de guloseimas e pratos sofisticados, mas não sentir o sabor do que se come. É como olhar ao redor e ver o mundo em preto e branco. É viver sem cheiro, sem sabor, sem cor e sem brilho. POR QUE DEVEMOS CELEBRAR? I. Porque fomos criados para celebrar a Deus. Porque Ele deseja que vivamos para celebrar as coisas boas que fez.  Quando descobrimos o poder da celebração, passamos a viver uma vida revigorante e cheia de entusiasmo. Uma das marcas do verdade...

DEUS NÃO VÊ APARÊNCIAS, MAS O CORAÇÃO ( O INTERIOR)!

Em  1 Samuel 16.1-13 há uma narrativa que nos interessa esmiuçar.  Saul era rei em Israel, mas deixara de fazer o que agradava a Deus e este deu ordens ao profeta Samuel para ir a casa de Jessé, o belemita, pois lá estava aquele que iria reinar sobre Seu povo.  Sobre este assunto algumas observações nos surgem, vendo o texto, mas também analisando os textos anteriores: 1) O Senhor nomeou Saul para ser rei e Samuel o ungiu (10.1). 2) O Senhor rejeitou Saul, por causa de sua obediência e Samuel anunciou isso a ele.        ( 15.26). 3) O Senhor nomeou Davi para ser o novo rei e Samuel foi ordenado a ir e o ungir (16.1). Podemos afirmar que Samuel sempre fez o que o Senhor tinha lhe ordenado fazer. Como servo, Samuel não tomava decisões, ele as executava, pois sabia ser o melhor para ele, já que vinham da parte de Deus. Esta verdade é muito instrutiva igualmente para quem deseja servir a Deus. Como Samuel, nossa função não é a função de toma...

DESABAFO DE UM PASTOR CANSADO, MAS, AINDA, SOBREVIVENTE E COM FÉ!

Há nove anos, posto que o primeiro culto, oficialmente, ocorreu em 28 de maio de 2006, nascia um novo ministério cristão, nestas terras do norte do Brasil.  Nascia, assim, a COMGRAÇA e PAZ, Comunidade Graça e Paz Internacional, com um projeto desafiador: proclamar o amor, a aceitação e a inclusão contidos nos ensinamentos de Jesus Cristo.  Simples, não?  Alto lá! Mas não é esta a mensagem do Evangelho? Por que o desafio? O que há de inovadora nessa proposta? "Vinde como estais..." sempre me soou aos ouvidos e chegou ao meu coração, como a proposta mais revolucionária e ousada de Cristo. E aí me perguntava: se a essência das Boas Novas contempla esta revelação, por que a "igreja" tanto dela se afastou, em todos esses vinte e um séculos. Não somente a igreja de Roma, mas a igreja que surgiu a partir de Lutero e dos reformadores, de uma forma ou de outra, com mais intensidade ou não, toda ela, aos poucos, mais consistentemente, foi-se perdendo ao longo do cami...

PARA SERMOS DE CRISTO, PRECISAMOS TER O ESPÍRITO DE DEUS. E PARA ISSO, DEVEMOS FAZER COM QUE DEUS HABITE EM NÓS

Romanos 8.9, ao final, nos declara que “ se alguém não tem o Espírito Santo, esse tal não é de Cristo”. Ao lermos Gênesis 1.1 é possível associar a criação a Deus – o que é correto – mas o v.2 deve ser associado ao Espírito Santo, posto que afirma que “ a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”. Na criação, o Espírito Santo atuou naquele caos total, trazendo ordem e estrutura ao mundo.  No Antigo Testamento vemos que Ele concedia dons a certas pessoas e as capacitava para tarefas específicas.  Assim, como exemplo, temos que, no deserto, pessoas foram capacitadas com diferentes habilidades para a construção do tabernáculo (Ex 31.3). Por outro lado, a unção com óleo dispensada aos sacerdotes, profetas e reis era símbolo da unção do Espírito que os capacitaria a cumprir suas tarefas. Uma forte característica daqueles tempos era a de que essa capacitação era limitada a esses indivíduos. M...

OLHA OS TEUS CAMINHOS: CUIDA PARA NÃO PERDER O FOCO!

O livro de Ageu se apresenta com uma mensagem em dois pequenos capítulos, mas de forte impacto espiritual. No texto, o profeta que voltara do exílio babilônico com Zorobabel e o sumo sacerdote Josué, incentivava o povo a reconstruir o templo de Jerusalém. O livro de Esdras bem retrata isso. Cerca de 50 mil judeus retornaram a sua terra (autorizados por decreto do rei Ciro da Pérsia, em 538 a.C)  e começaram as obras; cerca de dois anos depois concluíram os fundamentos em meio a grade regozijo. Mas o sucesso da empreitada provocou a reação dos samaritanos e de outros povos vizinhos, que temiam as implicações políticas e religiosas de um templo reedificado em um estado judaico próspero. Fizeram forte oposição ao empreendimento, e conseguiram fazer cessar as obras até Dario o Grande, tornar-se rei da Pérsia, em 522 a. C.  E aí o que aconteceu? O povo parou. A oposição dos habitantes não judeus começa a pesar; a obra foi interrompida.  Então, Deus levanta profetas ...

INSISTINDO: A LIBERTAÇÃO QUE VERDADEIRAMENTE NOS TORNA LIVRES!

Lendo e relendo Marcos 5.1-20 e João 8.36 confirmamos que Jesus, realmente, transforma vidas. No texto de Marcos identificamos um mar agitado (Marcos 4.35-41) e um homem, igualmente, agitado. Ambos eram indomáveis, mas Jesus os subjugou. Ele enfrentou a fúria do mar e depois a fúria desse homem possesso. Quanto vale uma vida para Jesus?  Era noite, depois de uma tempestade em um lugar deserto.  O lugar era íngreme, cheio de cavernas, um cemitério onde havia corpos expostos, alguns deles em decomposição.  Daquele lugar sombrio, eis que sai um homem louco, desvairado, possesso, nu, ferindo-se com pedras. Pelo seu aspecto todos já haviam desistido dele. Ele estava sozinho, perdido, enlouquecido, entregue à própria sorte. Mas para Jesus nã...